Opinião 

Das trevas para a luz
Deus disse: ''Faça-se a luz!''. E a luz foi feita. O Londrina Esporte Clube que, para muitos, estava morto e com missa de sétimo dia marcada, ressurge das cinzas como Fênix. Foram dezenas de idas e voltas. Reuniões e mais reuniões. Quando tudo indicava que a novela chegaria ao último capítulo, eis que surge novo personagem. E o meio campo embolou.
Está vivo
O Londrina pode estar no fundo do poço, mas a marca pesa muito. Afinal, é a terceira cidade do Sul do Brasil, pólo regional, onde gravitam mais de 2 milhões de pessoas. E o time tem história, tem passado, tem conquistas. Nunca vai morrer. Mesmo na UTI surgiram dois grupos interessados. Que brigaram até o tempo extra.
A revelação
Se torcedores e jornalistas já admitiam a parceria com a SM Sports, é porque não havia outro grupo na disputa. Pelo menos não se tinha conhecimento. Falou-se muito num grupo de São Paulo. De forma genérica. Sabia-se que não era o Pão de Açucar, nem a Traffic, e nem a DIS, braço esportivo do grupo Sonda. Quem era então esse grupo? A única realidade era a SM. Se o nome do Vagner Nunes tivesse sido revelado desde o começo, claro que as duas propostas seriam colocadas na balança.
O futuro
O que importa agora é olhar para a frente. O grupo Universe - Universe Indústria e Comércio Internacional - do ramo têxtil, ingressa pela primeira vez no futebol. E o projeto piloto será o Londrina. E é preciso correr contra o tempo, pois dentro de 33 dias o LEC estreará na Copa do Brasil, jogandoem Uberaba. O grupo assume
por três anos. Com promessa de construir um CT para o Londrina. E, claro, o objetivo
é voltar à Primeira Divisão do Paraná. E mais à frente, pensar na Série B do
Brasileiro, embora se saiba que o período de contrato é muito curto.
Eleição
A intervenção vai continuar até que seja marcada a eleição. Antes, haverá um recadastramento dos sócios e um novo Estatuto. E até lá, o interventor judicial, Rubens Moreti, assinará pelo clube junto à CBF e Federação. Porém, há vozes discordantes em relação ao novo Estatuto. A mudança teria que ser aprovada por uma Assembléia Geral. Mas tudo será resolvido. O importante é que o LEC tem um parceiro disposto a investir.
Agradecimentos
Creio que está coluna sintetiza o pensamento do torcedor. É preciso agradecer a três autoridades: o juiz da Sexta Vara do Trabalho, dr. Reginaldo Melhado, ao procurador do Trabalho, Heiler Natali, e ao interventor judicial, Rubens Moreti. Os três não viam a hora de um desfecho feliz. Todo dia era celular tocando e repórteres de rádio, jornal e TV pedindo informações. A Justiça do Trabalho recuperou o prestígio do Londrina, quando ninguém mais acreditava.
Perguntar não ofende
1- O professor Antonio Carlos Gomes continuará prestando assessoria ao Londrina?
2- A Fundação de Esportes vai ou não realizar as melhorias no Estádio do Café, que está interditado?
3- A SM Sports vai mesmo montar um novo time em Londrina?
4- Como está o relacionamento do prefeito Barbosa Neto com Vágner Nunes, que representa o grupo Universe?
Das trevas para a luz
Deus disse: ''Faça-se a luz!''. E a luz foi feita. O Londrina Esporte Clube que, para muitos, estava morto e com missa de sétimo dia marcada, ressurge das cinzas como Fênix. Foram dezenas de idas e voltas. Reuniões e mais reuniões. Quando tudo indicava que a novela chegaria ao último capítulo, eis que surge novo personagem. E o meio campo embolou.
Está vivo
O Londrina pode estar no fundo do poço, mas a marca pesa muito. Afinal, é a terceira cidade do Sul do Brasil, pólo regional, onde gravitam mais de 2 milhões de pessoas. E o time tem história, tem passado, tem conquistas. Nunca vai morrer. Mesmo na UTI surgiram dois grupos interessados. Que brigaram até o tempo extra.
A revelação
Se torcedores e jornalistas já admitiam a parceria com a SM Sports, é porque não havia outro grupo na disputa. Pelo menos não se tinha conhecimento. Falou-se muito num grupo de São Paulo. De forma genérica. Sabia-se que não era o Pão de Açucar, nem a Traffic, e nem a DIS, braço esportivo do grupo Sonda. Quem era então esse grupo? A única realidade era a SM. Se o nome do Vagner Nunes tivesse sido revelado desde o começo, claro que as duas propostas seriam colocadas na balança.
O futuro
O que importa agora é olhar para a frente. O grupo Universe - Universe Indústria e Comércio Internacional - do ramo têxtil, ingressa pela primeira vez no futebol. E o projeto piloto será o Londrina. E é preciso correr contra o tempo, pois dentro de 33 dias o LEC estreará na Copa do Brasil, jogando
Eleição
A intervenção vai continuar até que seja marcada a eleição. Antes, haverá um recadastramento dos sócios e um novo Estatuto. E até lá, o interventor judicial, Rubens Moreti, assinará pelo clube junto à CBF e Federação. Porém, há vozes discordantes em relação ao novo Estatuto. A mudança teria que ser aprovada por uma Assembléia Geral. Mas tudo será resolvido. O importante é que o LEC tem um parceiro disposto a investir.
Agradecimentos
Creio que está coluna sintetiza o pensamento do torcedor. É preciso agradecer a três autoridades: o juiz da Sexta Vara do Trabalho, dr. Reginaldo Melhado, ao procurador do Trabalho, Heiler Natali, e ao interventor judicial, Rubens Moreti. Os três não viam a hora de um desfecho feliz. Todo dia era celular tocando e repórteres de rádio, jornal e TV pedindo informações. A Justiça do Trabalho recuperou o prestígio do Londrina, quando ninguém mais acreditava.
Perguntar não ofende
1- O professor Antonio Carlos Gomes continuará prestando assessoria ao Londrina?
2- A Fundação de Esportes vai ou não realizar as melhorias no Estádio do Café, que está interditado?
3- A SM Sports vai mesmo montar um novo time em Londrina?
4- Como está o relacionamento do prefeito Barbosa Neto com Vágner Nunes, que representa o grupo Universe?
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