Corinthians Paranaense vence Cianorte na abertura do estadual
No
jogo de abertura do Campeonato Paranaense de 2010, o Corinthians
Paranaense venceu o Cianorte por dois a um. O jogo começou com boas
oportunidades dos dois lados, o Timãozinho levava perigo com Marcelo
Lipatin, mas quem marcou Oliveira aos 38 min do primeiro, aproveitando
boa troca de passes. O Leão do Vale buscou o empate que aconteceu 5 min
após levar o gol, em uma infelicidade do meia Willian do Corinthians
que marcou contra.
No segundo tempo, os times estiveram mais avançados, mas o gol da vitória do Corinthians aconteceu com Willian, o mesmo que havia marcado contra, marcou o gol da primeira vitoria da competição, aos 36 minutos.O jogo contou com 270 torcedores, sendo destes 185 pagantes que gerou uma renda de R$ 3.570,00.
No segundo tempo, os times estiveram mais avançados, mas o gol da vitória do Corinthians aconteceu com Willian, o mesmo que havia marcado contra, marcou o gol da primeira vitoria da competição, aos 36 minutos.O jogo contou com 270 torcedores, sendo destes 185 pagantes que gerou uma renda de R$ 3.570,00.
Corinthians Paranaense 2: Colombo; Thiago Araújo, Elton, Leandro e Rodrigo Crasso; Neto, Paulinho, Cícero e Willian; Diego Campos e Marcelo Lipatin. Técnico: Lio Evaristo.
Cianorte 1:
Raí; Davi, Briner e Márcio Nunes; Jean, Flavinho, Rincón, Vagner Rosa e Flávio; Nielson e Edu Gaúcho. Técnico: Luiz Carlos Winck
Árbitro: Fábio Filipus
Estádio: Eco Estádio
Gols: Oliveira (JOT), Willian (CIAN) e Willian (JOT)
Renda: R$ 3.570,00
Publico: 270 Total, 185 Pagantes.
O Coritiba largou com o pé direito em 2010, venceu o Serrano por dois a zero.
O Coritiba começou 2010 passando fácil por cima do Serrano. Sem dificuldades, o Coxa venceu por 2 a
0, na Vila Capanema, e largou no Campeonato Paranaense com três pontos.
Placar construído em partes pelo meia Enrico, que estreou com a camisa
alviverde e nos dois chutes que deu ao gol no rebote o Coxa aproveitou
e marcou. A superioridade do Coritiba fez o Serrano desaparecer, e
sofrer o primeiro gol aos 12 minutos. Rafinha aproveitou o rebote e no
seu primeiro jogo pelo Coxa marcou. Com a vantagem no placar, ficou
mais fácil ainda para o Coritiba jogar. Tanta facilidade assim fez com
que a jogada do segundo gol fosse construída de pé em pé. Assim a bola chegou mais uma vez em Enrico, que acertou a trave e viu Ariel aproveitar o rebote: 2 a 0, aos 39. A
velocidade do Coxa não permitia que o Serrano jogasse, e era a
responsável pelas várias chances criadas. Ariel e Marcos Aurélio
comandavam o ataque, e só não ampliaram porque pararam na trave e nas
mãos do goleiro Val. Com tranquilidade, o Coxa conduziu o jogo até o
fim e comemorou a primeira vitória em 2010.
Em Curitiba, na Vila Capanema
Coritiba 2: Edson Bastos, Rodrigo Heffner, Jéci, Pereira (Fabinho) e Luciano Amaral (Dirceu); Willian, Leandro Donizete, Rafinha e Enrico (Renatinho); Marcos Aurélio e Ariel.
Técnico: Ney Franco
Serrano 0: Val, Hugo, Índio, Jonata e Bruninho; Anderson, Joel (Marcão), Chulapa (Alcimar) e Massai; Robinho (Tiaguinho) e Renaldo.
Técnico: Carlos Nunes
Técnico: Carlos Nunes
Árbitro: Edivaldo Elias da Silva (PR)
Estádio: Vila Capanema
Gols: Rafinha (COR), aos 12 minutos primeiro tempo (1 - 0) e Ariel (COR), aos 39 minutos primeiro tempo (2 - 0).
Renda: R$ 29.110,00
Publico: 2.252 Pagantes, total 2.723
Após 15 anos, Operário volta à 1ª Divisão, e começa em grande estilo: com gol de pênalti venceu o Cascavel.
O
retorno do Operário à primeira divisão do Campeonato Paranaense foi do
jeito que a torcida do Fantasma esperava, o time do técnico Norberto
Lemos venceu o Cascavel Clube Recreativo de Eloi Kruger por 1 a
0. O jogo que aconteceu no Eco-Estádio, em Curitiba, devido a Federação
Paranaense de Futebol, não aprovar o estádio Germano Krüger na vistoria
realizada recentemente. O Fantasma só poderá ser utilizado sua casa na
quarta rodada, quando o Operário encara o Rio Branco. O jogo foi bem
disputado, o Operário levava maior perigo, mas os atacantes não
estiveram em uma boa tarde. O destaque do jogo foi a presença da
torcida de Ponta Grossa que compareceu em bom número, aproximadamente
1.200 torcedores estiveram presentes no jogo inicial do Fantasma. O
único gol do jogo foi anotado de pênalti, Serginho Catarinense
converteu aos 47 do segundo tempo.
Em Curitiba, no Eco – Estádio
Operário 1: Danilo; Flamarion, João Renato e Grafitte; Lisa, Serginho Paulista, Serginho Catarinense, Juninho e Digão; Baiano e Dyego Souza
Técnico: Norberto Lemos
Cascavel 0: Nivaldo; Rafael, Ciro, Rodrigo, Kinho; Uéverson, Rondinei, Kim, Irineu; Júnior Santos e Rincon. Técnico: Elói Krüger
Árbitro: Everaldo Lambert dos Reis
Estádio: Eco Estádio
Gols: Serginho Catarinense aos 47 minutos do 2º Tempo.
Renda: R$ 20.390,00
Publico: 1.214 Pagantes, Total 1.340
Iraty vence Engenheiro Beltrão na estreia no Paranaense 2010
Pela
1ª rodada do Campeonato Paranaense 2010, o Iraty enfrentou o Engenheiro
Beltrão no Estádio Emílio Gomes em Irati e venceu por 1 a 0.
O jogo foi movimentado com as duas equipes buscando o jogo para começar com o pé direito a competição. E o gol saiu no final do primeiro tempo, Rogério marcou aos 43 min. O azulão esteve ansioso fazendo muitas ligações entre a defesa e ataque. No final do jogo, Sílvio, Thiago Silva e Thomas foram expulsos, o público foi de 642 para uma renda de R$ 7.640. Na próxima rodada, quarta-feira, o Iraty enfrenta o ACP no Estádio Waldemiro Wagner, a noite e na quinta-feira, o Engenheiro Beltrão recebe o Paraná Clube a tarde.
O jogo foi movimentado com as duas equipes buscando o jogo para começar com o pé direito a competição. E o gol saiu no final do primeiro tempo, Rogério marcou aos 43 min. O azulão esteve ansioso fazendo muitas ligações entre a defesa e ataque. No final do jogo, Sílvio, Thiago Silva e Thomas foram expulsos, o público foi de 642 para uma renda de R$ 7.640. Na próxima rodada, quarta-feira, o Iraty enfrenta o ACP no Estádio Waldemiro Wagner, a noite e na quinta-feira, o Engenheiro Beltrão recebe o Paraná Clube a tarde.
Em Iraty, no Emilio Gomes
Iraty 1: Valter; Gilvan, Fabrício e René; Ayrton, Diogo Zanutto, André, Ceará e Marquinhos; Grafite e Arthur. Técnico: Gilberto Pereira

Engenheiro Beltrão 0: Alessandro; Leonardo, Gustavo, Luís e Alisson, Jéferson, Gaúcho, Quintino e Helinho; Jéferson Claro e Márcio Alcides. Técnico: Rodrigo Casca
Árbitro: Leandro Júnior Hermes
Estádio: Emilio Gomes
Gols: Rogério aos 43 minutos do 1º Tempo
Renda: R$ 7.640,00
Publico: 642 Pagantes
Em Toledo, no 14 de Dezembro
Toledo 1: Gottardi; Renato, Glauco e Bill; Edson Mendes, Renato Gaúcho (Fernandez), Tobias (Ferraz), Leandro Bocão e Alemão; Andrade (Luizão) e Jessé. Técnico: Agenor Piccinin
Atlético Paranaense 1: Neto;
Manoel, Rodolpho e Bruno Costa; Raul (Fransérgio), Renan, Chico
(Marcelo), Paulo Baier (Netinho) e Márcio Azevedo; Wallyson e Patrick. Técnico: Antônio Lopes
Árbitro: Héber Roberto Lopes (Fifa)
Estádio: 14 de Dezembro
Gols: Raul (ATL), aos 13 minutos do 1º tempo; Leandro Bocão (TOL), aos 16 minutos do 2º tempo.
Árbitro: Héber Roberto Lopes (Fifa)
Estádio: 14 de Dezembro
Gols: Raul (ATL), aos 13 minutos do 1º tempo; Leandro Bocão (TOL), aos 16 minutos do 2º tempo.
Renda: R$ 50.720,00
Publico: 2.795 Pagantes, Total 3.178
NAC arranca vitória aos 47 do segundo tempo
Se ganhar na estreia faz uma
boa figura para a torcida, vencer com um gol aos 47 do segundo tempo
literalmente fez o torcedor e os próprios jogadores do Nacional de
Rolândia voltarem em estado de êxtase para casa. O único time do Norte
do Estado na Primeira Divisão do Campeonato Paranaense de 2010 bateu
ontem o perigoso Paranavaí por 2 a 1 e renovou as esperanças de quem acredita que a equipe pode ir longe na competição.
Animados
com a bela campanha feita na edição do ano passado do Paranaense,
quando terminou em quarto lugar empatando a última partida contra o
Coritiba, na Capital, o NAC montou um time em cima da hora e isso
acabou transparecendo nos primeiros lances. Mesmo jogando em casa, os
jogadores pouco chutaram a gol. Enquanto isso, o Paranavaí tentava
achar espaços mas esbarrava nas boas defesas do goleiro Camilo. A chuva
deixou tudo mais complicado. No segundo tempo, o técnico Celso
Fernandes, do NAC, trocou Roger por Marcinho, primeira mudança
decisiva. Antes de abrir o placar, no entanto, o Nacional ficou em
desvantagem númerica quando Fabinho levou o segundo amarelo e saiu de
campo mais cedo. Mas pouco tempo depois, Flávio foi derrubado dentro da
área e Marcinho marcou o primeiro gol para o time da casa, aos 23
minutos. Mas nova falta na área, desta vez do NAC, acabou no gol de
empate para os ''vermelhinhos'' do Noroeste, anotado por Danielsinho
aos 35. O jogo caminhava para o empate quando um escanteio pela
esquerda levou os quase mil torcedores presentes no Estádio Érich Georg
ao delírio. Na cobrança de Conceição, Luiz Rodrigues - outro que havia
entrado no segundo tempo - forçou em cima da zaga e marcou o segundo
gol do Nacional. ''Foi um gol muito importante porque a vitória faz a
gente começar o campeonato com o pé direito. Graças a Deus que nos
cinco minutos que fiquei no jogo consegui ajudar a equipe com a
vitória. Foi emocionante para essa torcida maravilhosa'', celebrou o
atacante. O técnico do NAC também comemorou: ''Tivemos pouquíssimo
tempo de trabalho antes de entrarmos em campo mas mostramos um futebol
competitivo, mesmo num campo pesado. A vitória é boa para a torcida e
ótima para a equipe''. Na próxima quarta-feira, o Nacional enfrenta o
Cianorte fora de casa. Já o Paranavaí tenta se recuperar jogando em seu
estádio contra o Iraty.
Em Rolândia, no Erich Georg
Nacional 2: Camilo;
Maicon, Macalé, Marcelo e David; Paraíba, Douglas Silva (Conceição),
Roger (Marcio) e Flávio; Thiago (Luiz Rodrigues) e Fabinho. Técnico: Celso Fernandes
Paranavaí 1: Vilson;
Daniel, Alex Noronha (Bob), Pomarola e Robenval; Rogerinho (Igor),
Mikimba, Rilber (Duda), e Carlos Lima; Marcelo Peabiru e Danielsinho. Técnico: Itamar Bernardes
Árbitro: Selmo Pedro dos Anjos Neto
Estádio: Érich Georg
Gols: Marcinho (NAC), aos 23, Danielsinho (ACP), aos 35, e Luiz Rodrigues (NAC), aos 47 minutos do 2º tempo.
Árbitro: Selmo Pedro dos Anjos Neto
Estádio: Érich Georg
Gols: Marcinho (NAC), aos 23, Danielsinho (ACP), aos 35, e Luiz Rodrigues (NAC), aos 47 minutos do 2º tempo.
Expulsão: Fabinho
Renda: R$ 15.070,00
Público: 870 Pagantes
Renda: R$ 15.070,00
Público: 870 Pagantes
Zebra aparece em triunfo do Rio Branco: Time parnaguara surpreendeu o Paraná Clube ao ganhar por 2 a 1, no estádio do rival.
Em jogo com cara de amistoso de pré-temporada, o Rio Branco bateu o Paraná, de virada, por 2 a
1, na Vila Capanema, na primeira zebra deste Paranaense. Mas que não
chega a ser novidade, já que no ano passado o clube parnaguara também
havia vencido na casa paranista.
Visivelmente sem ritmo de jogo, as duas equipes pouco produziram ao longo de 90 minutos. E, tirando as atuações seguras dos volantes Luiz Camargo e João Paulo, pelo Tricolor, e Ives - o melhor em campo -, pelo Leão da Estradinha, apenas durante alguns lampejos dos habilidosos Ratinho, Márcio Diogo e Marcelo Toscano a torcida viu um futebol bem jogado. As raras chances de gol ao longo do jogo justificam a demora para a abertura do placar. Que só ocorreu aos 43 minutos da etapa inicial, quando o criticado Wellington Silva conseguiu uma trégua com a torcida, aproveitando rebote de conclusão de Toscano para, com um leve toque, encobrir o bom goleiro Alexandre. Mas a festa da pequena torcida presente no estádio durou apenas um minuto. Porque, repetindo erro comum da última temporada, a zaga paranista apenas observou a bola alçada de longe encontrar a cabeça de Renan Meduna, que desviou para o gol sem a menor chance para Juninho. O Rio Branco percebeu que este era o melhor caminho e não demorou para chegar à virada, aos 11 minutos da etapa final, com o baixinho Ratinho mergulhando por trás da zaga para concluir cruzamento da esquerda. Gol que comprovou o papel do meia como carrasco do Tricolor - no último Estadual, o mesmo Ratinho também garantiu o triunfo na Vila, com um golaço. Daí para frente, apesar da luta dos jogadores tricolores, a exaustiva preparação física do início de temporada cobrou seu preço, aliada ao nervosismo dos donos da casa. Não foi à toa que a melhor chance de mudar o placar veio na bomba de Marquinhos, que parou na trave de Juninho. ''Não tem explicação. Começamos bem o primeiro tempo, saímos na frente, mas em dois lances eles fizeram os gols'', resumiu Murilo.
Visivelmente sem ritmo de jogo, as duas equipes pouco produziram ao longo de 90 minutos. E, tirando as atuações seguras dos volantes Luiz Camargo e João Paulo, pelo Tricolor, e Ives - o melhor em campo -, pelo Leão da Estradinha, apenas durante alguns lampejos dos habilidosos Ratinho, Márcio Diogo e Marcelo Toscano a torcida viu um futebol bem jogado. As raras chances de gol ao longo do jogo justificam a demora para a abertura do placar. Que só ocorreu aos 43 minutos da etapa inicial, quando o criticado Wellington Silva conseguiu uma trégua com a torcida, aproveitando rebote de conclusão de Toscano para, com um leve toque, encobrir o bom goleiro Alexandre. Mas a festa da pequena torcida presente no estádio durou apenas um minuto. Porque, repetindo erro comum da última temporada, a zaga paranista apenas observou a bola alçada de longe encontrar a cabeça de Renan Meduna, que desviou para o gol sem a menor chance para Juninho. O Rio Branco percebeu que este era o melhor caminho e não demorou para chegar à virada, aos 11 minutos da etapa final, com o baixinho Ratinho mergulhando por trás da zaga para concluir cruzamento da esquerda. Gol que comprovou o papel do meia como carrasco do Tricolor - no último Estadual, o mesmo Ratinho também garantiu o triunfo na Vila, com um golaço. Daí para frente, apesar da luta dos jogadores tricolores, a exaustiva preparação física do início de temporada cobrou seu preço, aliada ao nervosismo dos donos da casa. Não foi à toa que a melhor chance de mudar o placar veio na bomba de Marquinhos, que parou na trave de Juninho. ''Não tem explicação. Começamos bem o primeiro tempo, saímos na frente, mas em dois lances eles fizeram os gols'', resumiu Murilo.
Em Curitiba, na Vila Capanema
Paraná 1: Juninho, Alessandro Lopes (Igor), Luís Henrique e Irineu; Murilo, João Paulo, Luiz Camargo, Márcio Diogo e Guarú; Wellington Silva (Douglas) e Marcelo Toscano (Elvis). Técnico: Marcelo Oliveira
Rio Branco 2: Alexandre,
George (Nick), Alisson, Daniel e Nelsinho; Marquinhos, Ives, Uillian e
Ratinho; Marco Túlio (Vinícius) e Renan Meduna (Calado). Técnico: Nilo Neves
Árbitro: Nilo Neves de Souza Jr (PR)
Estádio: Vila Capanema
Gols:
Wellington Silva (PAR), aos 43 minutos primeiro tempo (1 - 0); Renan
Meduna (RIO), aos 44 minutos primeiro tempo (1 - 1) e Ratinho (RIO),
aos 11 minutos segundo tempo (1 - 2)
Renda: R$ 62.505,00
Publico: 3.091 Pagantes





Espero que gostem, logo terá mais.......
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