sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Campeonato Paranaense 4º Rodada

Furacão se enrola na Serpente e supermando vira sonho
A goleada por 8 x 0 foi o que, no jargão do futebol, costuma-se chamar de “vitória enganosa”. Sábado, o Atlético destruiu um adversário frágil, mas empacou diante do bem organizado Cascavel CR na noite desta quarta-feira, no Olímpico Regional. Se a Serpente tivesse pernas, sequer o Rubro-negro teria segurado o 0 x 0 no placar. Por parte do Atlético, o resultado faz a possibilidade de conquista do “supermando” virar sonho. Pior: caso Iraty e Rio Branco vençam nesta quinta-feira, o Rubro-negro pode deixar o G8. Pior ainda: domingo, a equipe enfrenta o bem armado Corinthians Paranaense e, dependendo do resultado, pode desencadear uma crise no CT do Caju. Ilações à parte, o fato é que o Atlético foi um time confuso nesta quarta-feira. Cheio de improvisos, permitiu ser facilmente marcado pelo Cascavel e viu o adversário dominar o jogo boa parte do tempo. Se tivesse mais competência ofensiva, e mais velocidade, a Serpente teria dado o bote no Furacão. Apesar do 0 x 0, o técnico Eloi Kruger avaliou como positiva a atuação de sua equipe. Já o atleticano Antônio Lopes foi diplomático na análise, mas concordou que o Rubro-negro está com um início de temporada muito instável.
Em Cascavel, noOlímpico Regional.
 
Cascavel 0:Veloso; Rafael, Ciro, Rodrigo (Tininho) e Gílson; Fábio Rosa, Kim, Irineu e Ueverson; Bruno (Wagner) e Mineiro (Rincon). Técnico: Eloi Kruger






Atlético Paranaense 0:Neto; Manoel, Rhodolfo, Chico e Márcio Azevedo; Alan Bahia, Valencia, Alex Sandro (Tartá) e Netinho (Bruno Furlan); Bruno Mineiro e Marcelo (Wallyson). Técnico: Antônio Lopes




Árbitro: Antônio Denival de Morais; Assistentes: Pedro Martinelli Christino e Ericsander Agostini Duarte;
Estádio:
Olímpico Regional
Renda:
R$ 45.725,00
Público:
2.317 Pagantes, Total 2.510
Gols:
Não teve gols.



No sufoco, coritiba vence o cianorte
O Coritiba manteve seu desempenho de 100% no Campeonato Paranaense ao vencer o Cianorte por 2 x 1, na noite desta quarta-feira, na Vila Capanema. Ao contrário de jogos anteriores, quando venceu com certa facilidade, o Coxa encontrou um adversário que vendeu caro a derrota. O técnico Ney Franco também ajudou, com duas substituições equivocadas. O Coritiba começou com força e nos primeiros minutos já merecia ganhar. Da teoria à prática, o gol alviverde saiu aos 11min. Sempre ele, Rafinha fez jogada de ponta-esquerda e cruzou na área. A zaga do Cianorte saiu para marcar Ariel, o argentino furou e a bola sobrou livre para Enrico marcar 1 x 0. A partir deste lance, o jogo perdeu em velocidade e tornou-se monótono. A partida só recuperaria o pulso a partir do 2.º tempo, quando o Coritiba voltou decidido a resolver a parada. O angolano Geraldo, que havia acabado de entrar, fuzilou o goleiro Raí e, no rebote, Rafinha fez seu 4.º gol em quatro jogos e igualou a artilharia do estadual com Marcelo Toscano, do Paraná. Com os 2 x 0, o técnico Ney Franco cometeu um erro de avaliação, achando que o jogo estava vencido, e desmontou a estrutura tática do Coxa. Ele sacou Pereira da zaga e, inexplicavelmente, tirou Rafinha. Sem os dois melhores jogadores do Coritiba no jogo, ao lado de Enrico, o Cianorte se animou e foi para cima. Aos 27min, Jean fez 2 x 1. Empolgado com a possibilidade de empatar, o técnico Luiz Carlos Winck mexeu mais no time e mandou atacar. Resultado: o Coritiba terminou encurralado e só respirou aliviado quando o árbitro Nilo Neves expulso o volante Vagner Rosa, aos 43min. Com um a menos, o Cianorte perdeu o ímpeto e aceitou a derrota para o Coxa 100%.


Em Curitiba, na Vila Capanema.


Coritiba 2: Edson Bastos; Pereira (Geraldo), Jeci e Lucas Mendes; Rodrigo Heffner (Fabinho), Marcos Paulo, Leandro Donizete, Rafinha (Ramon) e Enrico; Marcos Aurélio e Ariel Nahuelpan
Técnico: Ney Franco



Cianorte 1:
Rai; Brinner, Márcio Nunes e Jean; Catatau, Vagner Rosa, Leandro, Flavinho e Claudinho (Vinícius); Edu Gaúcho (Lucas Winck) e Joiner (Tico Mineiro) Técnico: Luís Carlos Winck
Árbitro: Nilo Neves de Souza Jr.; Assistentes: Luciano Roggenbaum e Marcelo Pavan;
Estádio:
Vila Capanema
Renda:
R$ 31.225,00
Público:
2.646 Pagantes
Gols:
Enrico e Rafinha pro Coritiba; Jean pro Cianorte.



O Corinthians ganhou por 3 x 2 e se isolou na vice-liderança do estadual, com 10 pontos
Pelo início do jogo, deu até a impressão de que a vitória viria naturalmente. Com 4min, Willian (foto) acertou um chute forte de fora da área e abriu o placar para o Timãozinho. Sem sentir o gol, o NAC foi para cima e empatou aos 16min com Tiago Potiguar, de cabeça. Com o empate, o time de Rolândia foi para cima e aos 31min Maicon sofreu pênalti. Márcio cobrou e Colombo pegou. Como quem não faz, leva, o Corinthians fez 2 x 1 aos 35min, através de Leandro. No 2.º tempo, o NAC voltou elétrico e a 1min empatou com Tiago Potiguar novamente. Ele recebeu lançamento pelo lado direito e na saída do goleiro Colombo mandou a bola para as redes. O 2 x 2 animou o NAC, que seguiu no ataque e transformou o goleiro Colombo no destaque da partida. O Corinthians só se reencontrou a partir dos 20 minutos. Aproveitando-se do cansaço do NAC, a equipe de Lio Evaristo dominou o meio-campo e passou a encurralar o adversário. Até que aos 35min, aproveitando cruzamento e falha de marcação do Nacional, Willian subiu e fez 3 x 2. Após esse lance, o jogo ficou nervoso e houve duas expulsões, mas a vitória do Timãozinho já estava sacramentada.

Em Curitiba, no Ecoestadio. 


Corinthians Paranaense 3:
Colombo; Araújo, Leandro, Elton e Rodrigo Crasso (César Romero); Ronaldo, Leonardo (Ricardo Malzoni), Willian e Cícero; Oliveira e Marcelo Lipatin (André)
Técnico: Lio Evaristo

Nacional 2: Camilo; Maicon, Macalé, Alexandre Dias e David (Conceição); Paraíba, Flávio, Douglas Silva e Márcio; Tiago Potiguar (Nélio) e Fabinho (Wendell)
Técnico: Celso Fernandes
Árbitro: Emerson da Silva; Assistentes: César da Silva Nogueira e Alessandro Rodrigues Mori;
Estádio: Vila Capanema
Renda: R$ 2.540,00
Publico: 148 Pagantes, Total 213
Gols: Willian (2) e Leandro pro Corinthians PR; Tiago Potiguar (2) pro Nacional.   
No sufoco, porco vence e respira no ParanaenseDiante de um adversário que vinha de uma derrota humilhante por 8 x 0, jogando em casa, em situação preocupante dentro do Campeonato Paranaense e pelo discurso de jogadores e Comissão Técnica, a expectativa era de, enfim, sair a primeira vitória do Porco na competição. E ela veio. No sufoco o TCW derrotou o Serrano por 1 x 0, ontem (27) à noite pela 4ª rodada do Estadual. Só quem esperava uma vitória tranquila, até mesmo uma goleada, saiu do 14 de Dezembro decepcionado. A equipe repetiu os mesmos erros apresentados nos outros jogos e não fosse de novo a estrela de Gottardi lá atrás e Leandro Bocão no ataque, o resultado poderia ter sido outro. Com o resultado o TCW foi a 5 pontos ganhos e no domingo (31) enfrenta o Coritiba, na capital do Estado. Já o Serrano recebe o Cascavel.
O jogoComo já era esperado, o Porco entrou em campo disposto a conquistar a primeira vitória. Com Edson Mendes, Alemão e Jessé se apresentando, a equipe dava a falsa impressão que venceria com certa facilidade. Aos poucos, no entanto, o Serrano segurou o ímpeto do TCW e o que se viu foi o visitante chegar com perigo ao gol de Gottardi. Diante da apatia do time a torcida se irritou e passar a gritar “olé” a cada toque na bola do adversário e vaiar o Porco. Edson Mendes era o jogador mais ‘perseguido’. E em pelo menos três oportunidades por pouco o Serrano não abriu o placar. Na melhor delas mais uma vez Gottardi salvou. Aos 44min Washington fez um carnaval na defesa tricolor e tocou no meio para o experiente Renaldo, livre de marcação. Só que o atacante do Serrano chutou em cima da zaga e na sobra Gottardi fez um ‘milagre’ e mandou a escanteio. Na saída para o vestiário as vaias foram inevitáveis.
MudançasNo intervalo o técnico Agenor Picinin colocou Jean e Luizão nos lugares de Edson Mendes e Andrade. As mudanças deram resultado, tanto que em 5min o Porco criou mais que em toda primeira etapa e teve chance de abrir o placar com Jessé, Leandro Bocão e na melhor, com Rodrigo, que chutou firme para boa defesa de Val. Com gramado molhado o chute de fora da área passou a ser uma opção interessante, como quando Leandro Bocão arriscou com perigo aos 12min.
Mas a história do primeiro tempo se repetiu. Sem conseguir entrar na boa defesa do Serrano, aos poucos o Serrano equilibrou o jogo e o nervosismo dos jogadores era evidente, ainda mais quando a torcida passou a vaiar a cada passe errado. A esperança passou a ser a bola parada. E o alívio veio aos 22min, quando Alemão cobrou falta pela esquerda e Leandro Bocão subiu livre para abrir o placar e anotar seu quarto gol na competição. E a bola parada quase serviu também ao Serrano, quando aos 27min Joel cobrou a falta no ângulo que Gottardi defendeu de maneira espetacular. O Porco poderia ampliar se o árbitro Antonio Marcos dos Santos marcasse o pênalti claro sobre Jessé aos 30min. E no último minuto Ferraz teve tudo para marcar mais um, só que de novo a falta de pontaria prevaleceu e no fim o 1 x 0 foi lucro.
Em Toledo, no 14 de Dezembro.

Toledo 1: Gottardi; Rodrigo, Glauco e Bill; Edson Mendes (Jean), Alemão, Fernandes, Ferraz e Leandro Bocão; Andrade (Luizão) e Jessé. Técnico: Agenor Piccinin






Serrano 0: Val, Hugo, Washington Baiano, Jonathan e Mário; Thiago Mello, Joel (Marcão), Thiago Bocão (Massai) e Washington; Renaldo e Robinho
Técnico: Carlos Nunes
Árbitro:
Antônio Marques dos Santos; Assistentes: André Luiz Severo e Renata Paula
Estádio:
14 de Dezembro
Renda:
R$ 10.670,00
Publico:
803 Pagantes
Gols:
Leandro Bocão pro Toledo.

Vermelhinho vence e sobe na ClassificaçãoNão foi uma boa apresentação, mas o suficiente para o Atlético Clube Paranavaí (ACP) vencer, ontem à noite, o Engenheiro Beltrão. A vitória apertada, de 2x1, fez o time de Paranavaí subir na classificação, assumindo momentaneamente a quarta posição. A vitória de soou como um alívio. Se perdesse, o Vermelhinho fatalmente passaria a conviver na zona de degola do Estadual 2010. E o torcedor, em pouco número no WW por causa da chuva do início da noite, chegou a temer pelo pior quando o Engenheiro Beltrão abriu o placar aos 17 minutos. Luiz, de cabeça, fez o gol aproveitando vacilo da zaga atleticana. O time de Paranavaí entrou com três atacantes e por isso perdia o combate no meio campo. Isso fez o técnico Itamar Bernardes colocar Rilber ainda aos 20 minutos da primeira etapa para a saída de Marcelo Peabiru, corrigindo o problema criado por ele mesmo. A substituição de Peabiru por Rilber fez o time melhorar sua produção que chegou ao empate aos 36 minutos, com Daniel Marques cobrando pênalti sofrido por Didi. Aos 38, o zagueiro Gustavo, do Beltrão, foi expulso após falta em Danielzinho. O primeiro tempo não foi de bom futebol. Com um homem a mais, o time de Paranavaí lutou muito mas não criou muitas situações de gols. No segundo tempo, o jogo foi de muitas faltas dos dois lados, como já ocorrerá na primeira etapa. O gol da vitória do Vermelhinho veio aos 27 minutos, através de Carlos Lima, de cabeça, aproveitando boa jogada do meia Rilber. Depois, houve lances casuais, até mesmo do Beltrão, que atuou a maior parte do jogo com um homem a menos. “Sabíamos que o jogo seria difícil, era uma partida de vida ou morte para o Engenheiro. Jogamos feio mas o importante foi a vitória”, disse Bernardes após o jogo. O lateral Daniel Marques também ressaltou a dificuldade do Vermelhinho frente ao lanterna. “Cada adversário tem uma maneira de atuar e em casa a obrigação é vencer. A vitória foi importante, e a competição começa a ficar mais difícil. Agora é preparar para trazer ponto do próximo jogo, fora de casa”.
Em Paranavaí, no Waldomiro Wagner.

Paranavaí 2: Vilson; Daniel Marques, Alex Noronha, Robenval, William Pomarola e Rogerinho; Mikimba, Carlos Lima (Adriano) e Didi (Duda); Marcelo Peabiru (Rilber) e Danielzinho Técnico: Itamar Bernardes



Engenheiro Beltrão 1:
Gean; Rulivan, Braga, Gustavo, Alisson e Luís; Thomas, Jeferson e Safira; Dougas (Everton) e Tiago Silva
Técnico: Rodrigo Cascca Muller
Árbitro: Rafael Traci; Assistentes: Wesley Gomes da Silva e Fabiano Colpani.
Estádio: Waldomiro Wagner
Renda: R$ 21.840,00
Publico: 1.112
Gols: Daniel Marques e Carlos Lima pro Paranavaí; Luís pro Engenheiro Beltrão.
O Fantasma não assusta o Leão da estradinha e perde no primeiro encontro com sua torcida; o Leão rugiu em Ponta Grossa.
 O jogo desta noite no complemento da quarta rodada do Paranaense 2010, foi esperado por muito tempo pelo torcedores do Operário. O Fantasma pode enfim estrear em casa no estadual, após concluir as obras no gramado e conseguir a liberação da FPF. Estava tudo preparado para o jogo. Um dos maiores clássicos paranaense, de um lado o tradicional Leão da Estradinha de 1913 contra o Operário Ferroviário de 1912. O Germano Kruger esteve lotado com confusão na entrada dos torcedores. A torcida fez um linda festa na entrada do jogadores ponta-grossenses. Do outro lado o time de Nilo Neves teve as baixas de Nem e Marco Túlio que deixaram o time esta semana. Quando a bola rolou somente um time jogou, o Rio Branco mostrou muita vontade e foi logo marcando seus gols. Aos 10 min, Vinícius fez o primeiro. O segundo a bola desviou na zaga e encobriu Danilo, o chute de Nelsinho aconteceu aos 25 min e aos 39 min. Vinícius marcou novamente. No apagar das luzes da primeira etapa, aos 47 min, Serginho Catarinense converteu pênalti para time da casa. Serginho e o goleiro Alexandre acabaram discutindo. Após o intervalo os jogadores foram expulsos. No segundo tempo, o time do litoral segurou o resultado e podia ter ampliado o placar. O Fantasma buscou o empate mas não conseguiu concluir. No final do jogo, a luta do Operário foi
recompensada, novamente de pênalti, Lisa sofre falta dentro da área, Erivaldo cobra a bola raspa na mão do goleiro e bate na trave e volta para ele completar para as redes. Mas já não dava tempo para chegar ao empate. Os mais de sete mil torcedores saíram triste com a segunda derrota seguida do Fantasma. Final 3 a 2.
Em Ponta Grossa, no Germano Kruger

Operário 2: Danilo; Lisa, Grafite, João Renato e Digão; Silvão (Ceará), Serginho Paulista, Serginho Catarinense e Juninho; Dyego Souza (Léo Gazola) e Douglas
Técnico: Norberto Lemos

Rio Branco 3: Alexandre (Juan); Marquinho, Alisson, Carlinhos e Nelsinho; Ives (Nick), Baiano, Willian e Ratinho; Renan Meduna e Vinícius. Técnico: Nilo Neves
Árbitro: Ronaldo Parpinelli; Assistentes: João Marcelo de Souza e Celso Galvan.
Estádio: Germano Kruger
Renda: R$ 130.725,00
Publico: 7.171 Pagantes, 7.320 Total
Gols:Vinícius (2) e Nelsinho pro Rio Branco; Serginho Catarinense e Erivaldo pro Operário.

Observação: O jogo Paraná x Iraty foi adiado devido a chuva em curitiba, será no dia 13 de fevereiro.





















































Paraná empata sem gols com o Iraty
Mais uma vez o Paraná se mostrou um time sem criatividade, e o reflexo disto foi o empate sem gols com o Iraty na noite deste sábado, na Vila Capanema. Resultado que faz o Tricolor ficar fora da zona de classificação para a segunda fase do Estadual, e somar quatro partidas seguidas sem vitória no Estadual.
A necessidade de vencer para quebrar com o jejum de vitórias fez o Paraná se arriscar mais que o Iraty no começo do jogo. Só que as falhas de passes e finalizações faziam o Tricolor pecar em suas jogadas, e ainda sofrer os contra-ataques do adversário.O ímpeto paranista de querer sair na frente fazia os erros crescerem. Era assim que o Tricolor acabava desperdiçando as chances criadas, e deixava o Iraty mais à vontade ainda para forçar nos contra-golpes. A pressão paranista pelo gol sem resultar na abertura do placar irritava o torcedor que compareceu à Vila Capanema. O nervosismo acabava contribuindo para que as finalizações fossem erradas. A insistência mantida pelo Paraná dava ritmo ao jogo, mas não foi suficiente para que o gol saísse. O jeito foi lamentar o empate em casa.

Em Curitiba, na Vila Capanema.


Paraná 0: Juninho; Diego Correa, Luís Henrique e Chicão; Murilo, Edimar (Elvis), João Paulo, Pará e Guaru (Vinícius); Márcio Diogo (Wellington Silva) e Marcelo Toscano Técnico: Marcelo Oliveira









Iraty 0: Valter; Fabrício (Wellington), René e Gilvan; Airton, Bruno, Mauro (Eduardo), Ceará e Marquinhos; Arthur (Tavares) e Heydson Técnico: Gilberto Pereira
Árbitro: Jarbe Cassou; Assistentes: Guilherme Roggenbaum e Rodolpho Toski Marques
Estádio: Vila Capanema
Renda: R$ 22.075,00
Publico: 1.352 Pagantes, Total 1.720
Gols: Não teve gols


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