Terminada a novela da parceria do Londrina, o parceiro agora
trabalha contra o tempo para preparar a equipe para o jogo do dia 24 de
fevereiro, contra o Uberaba, em
Minas Gerais , pela Copa do Brasil. Dezenove jogadores já
treinam em Campo Mourão
sob o comando do técnico Ademir Bertóglio, que será o comandante do time. O
destaque é o meia Jéferson, de 32 anos, que passou pelo Grêmio. Ex-zagueiro do Caxias-RS, Vila Nova-GO, Botafogo-SP, América-RN e Malutrom, o
treinador ainda está em início de carreira no banco de reservas e praticamente
debuta no futebol profissional no Tubarão. Ele parou de jogar em 2006 e em 2007
assumiu o Sub-20 do Caxias. No mesmo ano, treinou o clube gaúcho na Copa RS. No
ano passado, comandou o Sub-20 do Sport Campo Mourão no Estadual. ''É um orgulho grande, assim como uma responsabilidade grande também assumir o
Londrina. Foram 17 anos de carreira de jogador e quatro como técnico e acredito
que estou preparado. Sei das cobranças, que serão grandes, independentemente da
idade do treinador'', afirmou Bertóglio, nascido em Chapecó, 36 anos atrás. O técnico sabe que não terá muito tempo para preparar o time para a Copa do
Brasil, já que falta apenas um mês para a estreia. Mas acredita que poderá
desenvolver um bom trabalho para a Divisão de Acesso do Paranaense, onde estará
o foco dos gestores em 2010. ''A indefinição no acerto atrapalhou um pouco.
Como a Copa do Brasil é mata-mata, podemos conseguir algo. O que podemos
prometer é um trabalho com seriedade e dedicação, palavras que você já deve conhecer'',
comentou o treinador. Bertóglio espera iniciar os treinamentos em Londrina já na semana que vem. ''A
cidade, os torcedores devem estar curiosos'', disse.
Fim da novela
O contrato com a Universe foi assinado apenas na madrugada de ontem, depois de um mês e meio de negociação. O procurador do Ministério do Trabalho em Londrina, Heiler Ivens de Souza Natali, que encabeçou as conversas, esclareceu quais foram os pontos que pesaram na decisão de assinar a parceria com o grupo Universe e não com a SM Sports, preferida do prefeito Homero Barbosa Neto (PDT) e de outras lideranças da cidade. Natali confirmou o que a Folha antecipou na quarta-feira, quando trouxe com exclusividade uma entrevista com os representantes do grupo paulista. Eles aceitaram três anos de contrato com a meta de subir para a Primeira Divisão do Paranaense, o que renovaria automaticamente por mais um ano o contrato. A SM queria nove anos. O Universe aceitou dar 30% da arrecadação líquida da bilheteria dos jogos do Tubarão, contra 20% da SM, 30% do valor bruto das negociações de jogadores contra 10% líquido da SM, além de 30% do valor brutos de todas as outras receitas, como patrocínios, vendas de camisas e placas, contra 20% líquido da SM. ''Além disso, a responsabilidade integral pelas obrigações trabalhistas, previdenciárias, civis e fiscais serão do parceiro, que aceitou a realização de uma auditoria imediata no clube e uma outra da gestão deles. Fora isso, assumiu o compromisso de injetar um aporte de R$ 400 mil no clube para a disputa da Copa do Brasil. Natali ainda desabafou sobre as muitas críticas que recebeu nos últimos dias quando guardou em sigilo a identidade do Universe e, principalmente, por ter aberto mão do acordo com a SM. ''Muita gente não acreditava no valor do Londrina. Quem via um horizonte meses atrás? O objetivo do Ministério Público do Trabalho (MPT) era garantir que a dívida seja paga e que daqui há algum tempo elas não apareçam de novo. Se o Londrina fosse tratado como uma empresa comum, teria fechado. Foram três anos de intervenção parcial que não resolveram quase nada não por culpa do administrador (Rubens Moretti), que é competente e sofreu críticas injustas'', disse.
Fim da novela
O contrato com a Universe foi assinado apenas na madrugada de ontem, depois de um mês e meio de negociação. O procurador do Ministério do Trabalho em Londrina, Heiler Ivens de Souza Natali, que encabeçou as conversas, esclareceu quais foram os pontos que pesaram na decisão de assinar a parceria com o grupo Universe e não com a SM Sports, preferida do prefeito Homero Barbosa Neto (PDT) e de outras lideranças da cidade. Natali confirmou o que a Folha antecipou na quarta-feira, quando trouxe com exclusividade uma entrevista com os representantes do grupo paulista. Eles aceitaram três anos de contrato com a meta de subir para a Primeira Divisão do Paranaense, o que renovaria automaticamente por mais um ano o contrato. A SM queria nove anos. O Universe aceitou dar 30% da arrecadação líquida da bilheteria dos jogos do Tubarão, contra 20% da SM, 30% do valor bruto das negociações de jogadores contra 10% líquido da SM, além de 30% do valor brutos de todas as outras receitas, como patrocínios, vendas de camisas e placas, contra 20% líquido da SM. ''Além disso, a responsabilidade integral pelas obrigações trabalhistas, previdenciárias, civis e fiscais serão do parceiro, que aceitou a realização de uma auditoria imediata no clube e uma outra da gestão deles. Fora isso, assumiu o compromisso de injetar um aporte de R$ 400 mil no clube para a disputa da Copa do Brasil. Natali ainda desabafou sobre as muitas críticas que recebeu nos últimos dias quando guardou em sigilo a identidade do Universe e, principalmente, por ter aberto mão do acordo com a SM. ''Muita gente não acreditava no valor do Londrina. Quem via um horizonte meses atrás? O objetivo do Ministério Público do Trabalho (MPT) era garantir que a dívida seja paga e que daqui há algum tempo elas não apareçam de novo. Se o Londrina fosse tratado como uma empresa comum, teria fechado. Foram três anos de intervenção parcial que não resolveram quase nada não por culpa do administrador (Rubens Moretti), que é competente e sofreu críticas injustas'', disse.

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