sábado, 10 de abril de 2010

Campeonato Paranaense 2º Fase - 4º Rodada









 Atlético bateu o Operário no sufoco
O Operário quase repetiu a façanha da 1.ª fase, quando conseguiu calar a Arena da Baixada ao vencer o Atlético por 2 x 1. Nesta quarta-feira, depois de estar ganhando por 1 x 0 e 2 x 1, o Fantasma cedeu a virada e o Rubro-negro assumiu temporariamente a liderança do octogonal, com 13 pontos. Apesar dos 3 pontos, pela primeira vez o técnico Leandro Niehues, desde que assumiu o lugar do veterano Antônio Lopes, mudou o discurso. Em vez de exaltar o esquema tático ou os jogadores, como fez nas ocasiões anteriores, o treinador culpou o apito pelas dificuldades que o Atlético encontrou diante do Operário.  Niehues elencou o que ele chamou de “prejuízos trazidos pela arbitragem”. Queixou-se do antijogo do Operário, que não foi punido e tirou a velocidade de seu time; atacou o fato de o zagueiro João Renato não ter sido expulso ao atingir Bruno Mineiro na região já lesionada, e, por fim, admitiu que seu time entrou em campo muito tenso, querendo resolver tudo na afobação. De fato, o Atlético começou o jogo a 220 volts e o Operário soube se aproveitar deste erro. Aos 6min, Davi Ceará cruzou e Rhodolfo, atabalhoado, pôs a mão na bola. Pênalti, que Baiano cobrou e fez 1 x 0 para o Fantasma.  O gol enervou o Atlético e até Paulo Baier parecia descompassado. O time errava passes de curta distância e facilitava a marcação do Operário. Tudo caminhava para um 1.º tempo com vitória do time pontagrossense, quando aos 49min João Renato foi disputar um lance ombro a ombro com Rhodolfo e um pênalti foi marcado. Alan Bahia cobrou e empatou. Mas o 2.º tempo reservava mais emoções. Mal começou a etapa final e o Fantasma já tramava um contragolpe que resultou em gol de Clênio aos 4min. Depois do 2 x 1, o Operário teve ainda duas chances para matar o jogo, uma com Baiano e outra com Clênio, mas desperdiçou a oportunidade no toque final. Valendo-se da máxima "quem não faz, leva", aos 14min o Atlético teve um novo pênalti a seu favor, após o lateral Gílson defender com as mãos um chute que já havia vencido o goleiro Osmar. Alan Bahia cobrou com paradinha e empatou o jogo, enquanto o Fantasma ficava com um jogador a menos. No 10 contra 11, o time de Ponta Grossa viu ruir seu plano para sair da Baixada pelo menos com um empate. O time ficou encurralado e aos 20min Patrick sacramentou o placar de 3 x 2, contando uma falha do goleiro Osmar, que foi atrasado na bola.  O resultado pôs o Atlético na condição de “secar” o Coritiba nesta quinta-feira, quando o rival recebe o Iraty. Se o Coxa perder, a vantagem do octogonal troca de mãos para o Atletiba do dia 18, mas coloca o Azulão no páreo. Para o Rubro-negro, o resultado ideal seria um empate. Já o Operário, com 2 pontos, no final de semana volta à capital para enfrentar o Coritiba e ainda tentar uma colocação que possa lhe garantir calendário no 2.º semestre.

Em Curitiba, na Arena da Baixada.
Atlético Paranaense 3: Neto; Manoel (Bruno Furlan, 9min do 2.º), Rhodolfo e Chico; Raul (Netinho, no intervalo), Valencia, Alan Bahia, Paulo Baier e Márcio Azevedo; Bruno Mineiro (Patrick, 39min do 1.º) e Tartá  Técnico: Leandro Niehues
Operário 2: Osmar; Lisa, João Renato, De Lazzari e Gilson; Dário, Serginho Paulista, Serginho Catarinense e Davi Ceará; Baiano (Rafael Leandro, 32min do 2.º) e Clênio (Dyego Souza, 31min do 2.º)  Técnico: Caçapa
Árbitro: Antônio Valdir dos Santos; Assistentes: Guilherme Roggembaum e Daniel Cotrim de Carvalho
Estádio: Arena da Baixada
Renda: R$ 82.575,00
Publico: 7.604 Pagantes
Gols: Baiano e Clênio pro Operário; Alan Bahia (2) e Patrick pro Atlético Paranaense











Paranavaí vence o Cascavel
Se enroscasse no Cascavel, o Paranavaí iria dispensar mais jogadores. Como venceu, volta a ter chances de conquistar calendário para a sequência do ano e, por isso, dá um tempo na política de enxugar a folha de pagamento. Com o 3 x 1 desta quarta-feira à noite, o ACP foi a 4 pontos e ocupa a 5.ª colocação. Em tese, pode chegar a 13 pontos, mas o cálculo do clube é de que se vencer dois jogos, dos três que terá pela frente, pode obter pelo menos vaga na Série D do Brasileiro deste ano.  Os próximos adversários do Paranavaí serão Atlético, Operário e Corinthians Paranaense, quando volta a atuar no Waldemiro Wagner. Em casa, o clube está invicto: disputou sete jogos, venceu seis e empatou um nesta temporada. Nesta quarta-feira, Danielzinho e Jean Carlos Mossoró asseguraram a vitória do ACP. Everson descontou para o Cascavel, que segue na lanterna do octogonal, somando apenas 1 ponto. A partir desta quinta-feira, a Serpente deve iniciar a dispensa de jogadores para reduzir as despesas.

Em Paranavaí, no Waldemiro Wagner.
Paranavaí 2: Rudi; Willians (Jean Carlos Mossoró), Alex Noronha e William Pomarola; Daniel Marques, Robenval, Mikimba e Rilber (Adriano) e Rogerinho; Danielzinho e Marcelo Peabiru (Didi)  Técnico: Itamar Bernardes
Cascavel 1: Veloso; Tininho, Ciro e Rondney; Rafael, Irineu, Gilberto, Bruno (Wellington) e Gílson; Everson (Tasa) e Mineiro (Vagner)  Técnico: Eloi Kruger
Árbitro: Cláudio Luiz Pacheco; Assistentes: Dirceu Elói Comim e Marcelo Pavan
Estádio: Waldemiro Wagner
Renda: R$ 2.410,00
Publico: 228 Pagantes
Gols: Danielzinho e Jean Carlos Mossoró pro Paranavaí; Everson pro Cascavel











Paraná vence o Corinthians Paranaense
A não ser que vá até as fases finais da Copa do Brasil, a temporada 2010 do Corinthians Paranaense termina dia 25 de abril, que é quando termina o estadual. Com a derrota por 3 x 1 para o Paraná Clube, nesta quarta-feira, na Vila Capanema, o Timãozinho não tem mais como conseguir calendário para disputar a Série D do Brasileiro ou a Copa do Brasil de 2011. Já o Tricolor, que desde domingo passado joga o campeonato apenas para cumprir tabela, agora tem mais três rodadas para encerrar sua participação na disputa e começar a se preparar para a Série B, que começa em maio. A torcida do Paraná, no entanto, já está em pré-temporada – apenas 748 pagantes foram à Vila Capanema.  Quem foi viu o Tricolor fazer 2 x 0 no 1.º tempo, com Diego Corrêa e Márcio Diogo. Na etapa final, Willian reduziu o placar para o Corinthians Paranaense, mas aos 39min Marcelo Toscano escreveu o resultado do jogo: 3 x 1. O Paraná, com 6 pontos, ocupa a 4.ª colocação. O Timãozinho é o 7.º colocado, com 1 ponto.

Em Curitiba, na Vila Capanema.
Paraná 3: Juninho; Alessandro Lopes, Edimar (Elvis, 13min do 2.º) e Luís Henrique; Jeferson, Chicão, João Paulo, Everton (Vinícius, 16min do 2.º) e Diego Corrêa; Márcio Diogo (Wellington Silva, 29min do 2.º) e Marcelo Toscano  Técnico: Marcelo Oliveira
Corinthians Paranaense 1: Colombo; Thiago Araújo, Elton, Leandro e Rodrigo Crasso (Oliveira, 13min do 2º); Neto, Ronaldo (Cícero, 4min do 1.º), Dill e Willian; Cristiano (Michel, 35min do 2.º) e Andrezinho  Técnico: Lio Evaristo
Árbitro: Fábio Filipus; Assistentes: Rogério de Oliveira Costa e Wesley Waldir Marmitt
Estádio: Vila Capanea
Renda: R$ 9.440,00
Publico: 748 Pagantes, Total 995
Gols: Willian pro Corinthians Paranaense; Diego Corrêa, Marcio Diogo e Marcelo Toscano pro Paraná











Coritiba vence o Iraty.
Antes de o Coritiba despachar o Iraty por 3 x 1, nesta quinta-feira à noite, era quase unânime de que seria um jogo difícil. Não foi. O Coxa mostrou seus diferenciais e construiu a vitória quando quis. Leia-se por diferenciais, Edson Bastos, Lucas Mendes, Marcos Paulo e Rafinha.  O quarteto foi decisivo para que o Coritiba reassumisse a liderança do octogonal, voltando a ficar 1 ponto na frente do rival Atlético: 14 a 13. Agora, antes da superdecisão que será o Atletiba do dia 18, o Coxa só precisa manter o ritmo e vencer o Operário domingo, a fim de ir com vantagem para o clássico. Existe até a hipótese de o Coritiba ser campeão no Atletiba. Basta que ele ganhe do Operário no domingo. Neste caso, independentemente do resultado de Atlético x ACP, sábado, se o Coxa vencer o clássico abre 4 pontos do rival e não poderá mais ser alcançado na última rodada do octogonal.  Mas para o técnico Ney Franco, conquistar o título vai requerer concentração até a última rodada. “Temos que estudar bastante o Operário. Espero enfrentar um adversário correndo muito contra a gente. Agora, todo jogo é uma decisão”, afirmou, garantindo que só vai pensar no Atlético na semana do Atletiba.  O Coritiba abriu o placar aos 35min do 1.º, através de Demerson, que acertou uma bela cabeçada. Na volta do 2.º tempo, aos 9min, o Iraty empatou. Eydson dividiu com Jeci, fez falta no zagueiro, a arbitragem deixou seguir Tavares recebeu a assistência apara fazer 1 x 1. Surpreendido, o Coxa foi à luta e desempatou com Marcos Aurélio, aos 29min, que pegou rebote da zaga do Iraty. Para sacramentar o placar, Rafinha fez o 3.º gol aos 44min. Geraldo tabelou com Rafinha, disparou pela direita e chutou no pé da trave. A bola sobrou para o Rafinha finalizar. Apesar da derrota, o Iraty segue como 3.º colocado, com 7 pontos, e no domingo recebe o Corinthians Paranaense para sustentar a posição.

Em Curitiba, no Couto Pereira.
Coritiba 3: Edson Bastos; Demerson, Jeci e Lucas Mendes (Dênis, 23 do 2º); Rodrigo Heffner, Leandro Donizete (Geraldo, 22 do 2º), Marcos Paulo, Rafinha (Enrico, 46 do 2º) e Renatinho; Marcos Aurélio e Ariel Nahuelpan  Técnico: Ney Franco
Iraty 1: Valter; Airton, Rogério, René e Marquinhos; Sílvio, Bruno, Arthur (Negretti, 26 do 2º) e Mauro (Juninho, 37 do 2º); Tavares (Carlos, 38 do 2º) e Eydison  Técnico: Gilberto Pereira
Árbitro: Jarbe Cassou; Assistentes: Adair Carlos Mondini e Wilson Aparecido Brito
Estádio: Couto Pereira
Renda: R$ 65.650,00
Publico: 5.604 Pagantes, Total 6.674
Gols: Demerson, Marcos Aurélio e Rafinha pro Coritiba, Tavares pro Iraty




sexta-feira, 9 de abril de 2010

Campeonato Paranaense Futsal Chave Ouro 1º Fase - 4º Rodada

4º Rodada    
Itvale/Posto Sol/Palotina 0x6 COPAGRIL/FAVILLE/DAL PONTE/M.C.RONDON
Foz Futsal/Penalty 1x4 Zaeli/Gazin/Penalty
CAMPO MOURÃO FUTSAL/FECAM 7X0 AEC/CAMIFRA/PREFEITURA
CIAGYM/MARINGÁ 5X3 SÃO MIGUEL ROADSTAR FUTSAL
GUARAPUAVA/VIVO CELUARA MARYART 3X0 ADEAFI OLYMPIC GAMES
C. LONDRINENSE/FEL/SERCOMTEL 2X1 CASCAVEL/DIPLOMATA/MUFFATÃO

Campeonato Paranaense 2º Fase - 3º Rodada













Coritiba goleia o Paranavaí
O Coritiba terminou o sábado em aleluia. Fez a lição de casa, goleando o Paranavaí por 4 x 1, e passou a usufruir pela 1.ª vez, neste octogonal, do bônus do supermando. Com o resultado, abriu 4 pontos sobre o Atlético - 11 a 7 - e obrigou o rival a ter de ganhar o clássico, neste domingo, caso queira persegui-lo de perto. Por conta da desclassificação na Copa do Brasil, o Coxa entrou sob pressão em campo. Mas ela se dissipou graças ao argentino Ariel Nahuelpan, que em tarde inspirada fez três gols e ainda deu passe para Leandro Donizete marcar outro gol. Alex Noronha descontou para o ACP, que com a derrota praticamente despediu-se de lutar por vaga na Série D do Brasileiro ou na Copa do Brasil de 2011. Apesar de o jogo não ter sido fácil, como sugere o placar, o técnico Ney Franco avalia que o elenco se recuperou bem do baque na Copa do Brasil e retomou o caminho para conquistar o título estadual. O treinador também falou francamente do que espera do clássico deste domingo. “Confio que o Paraná possa surpreender o Atlético. Estaremos torcendo”, admitiu. Já o ACP retornou para Paranavaí na noite deste sábado e agora volta a campo na quarta-feira, quando receberá o Cascavel no Waldemiro Wagner, às 19h30. Quanto ao Coritiba, o próximo adversário será o Iraty, quinta-feira, às 19h30, no Couto Pereira.
Em Curitiba, no Couto Pereira.
Coritiba 4: Edson Bastos; Fabinho Capixaba (Rodrigo Heffner), Demerson, Lucas Mendes e Triguinho (Denis); Andrade (Tiago Real), Leandro Donizete, Rafinha, e Renatinho; Marcos Aurélio e Ariel Nahuelpan Técnico: Ney Franco
Paranavaí 1: Rudi; Alex Noronha, Luiz Henrique e William Pomarola; Daniel Marques, Mikimba (Adriano), Duda, Rilber (Marcos Goiano) e Rogerinho; Danielzinho e Didi (Jean Carlos Mossoró) Técnico: Itamar Bernardes
Árbitro: Heber Roberto Lopes; Assistentes: Rafael Trombeta e Fabiano Colpani
Estádio: Couto Pereira
Renda: R$ 56.740,00
Publico: 4.409 Pagantes
Gols: Ariel (3) e Leandro Donizete pro Coritiba; Alex Noronha pro Paranavaí.













Atlético Paranaense vence e esquenta a briga pelo titulo.
Em um período de 4 dias, o Paraná Clube se viu eliminado de duas competições. Na quarta-feira, deus adeus à Copa do Brasil após perder por 1 x 0 para o Sport Recife. Neste domingo, despediu-se da chance de ganhar o Campeonato Paranaense ao ser derrotado também por 1 x 0 para o Atlético. Nas duas partidas, jogou como nunca e perdeu como sempre. Agora, resta ao Tricolor cumprir tabela no estadual e mirar a Série B, que começa em maio. Já o Atlético segue vivo no Campeonato Paranaense. A vitória no clássico o mantém a 1 ponto de distância do Coritiba ( 11 a 10 pontos) e tudo leva a crer que o título estadual de 2010 será mesmo decidido no clássico de 18 de abril. Até lá serão mais duas rodadas, em que o Rubro-negro vai enfrentar Operário e Paranavaí, e o Coxa, Iraty e Operário. A não ser que alguma destas equipes do interior surpreenda, o campeão sairá do Atletiba. Neste domingo, Paraná Clube bem que tentou interferir na polarização do campeonato. No 1.º tempo, marcando impecavelmente, o Tricolor conseguiu anular o adversário e teve, nos pés de Marcelo Toscano, a chance de abrir o placar. Aos 28min, o jogador foi servido, driblou Rhodolfo, ficou na cara de Neto, mas chutou para fora. Esse lance foi o mais aguda da etapa inicial.  No 2.º tempo, o Paraná seguiu com a mesma disposição, mas em um escanteio cobrado por Paulo Baier, aos 6min, veio a dura realidade. A zaga cercou Javier Toledo e no cruzamento todos subiram para marcar o argentino. Resultado: a bola resvalou na cabeça de algum incauto e entrou. O 1 x 0 exigiu que o Tricolor abdicasse da marcação e fosse para cima. Só que, apesar de ter conseguido encurralar o Atlético, seguiu sentindo a falta de um matador. Márcio Diogo, por exemplo, perdeu pelo menos dois gols. A vitória sobre o Paraná Clube serviu para o técnico Leandro Niehues fazer algumas experiências, como lançar o colombiano Serna, que jogou 25 minutos e acabou substituído por Netinho. Outro que parece ter voltado a ser titular foi Alan Bahia. Niehues usou o clássico como um laboratório para o Atletiba decisivo que vem por aí.

Em Curitiba, na Arena da Baixada.
Atlético Paranaense 1: Neto; Manoel, Rhodolfo e Chico; Raul (Bruno Costa), Valencia, Alan Bahia, Paulo Baier e Márcio Azevedo; Javier Toledo e Bruno Mineiro (Serna) (Netinho) Técnico: Leandro Niehues
Paraná 0: Juninho; Irineu, Luís Henrique e Alessandro Lopes; Jefferson (Elvis), Chicão, João Paulo, Pará e Diego Corrêa (Everton); Márcio Diogo (Davis) e Marcelo Toscano  Técnico: Marcelo Oliveira
Árbitro: Antônio Denival de Morais; Assistentes: Bruno Boschilia e Carlos Braatz
Estádio: Arena da Baixada
Renda: R$ 188.310,00
Publico: 14.812 Pagantes, Total 15.011
Gols: Javier Toledo pro Atlético Paranaense











Iraty atropela o Cascavel.
O Iraty venceu o Cascavel por 5 x 2, neste domingo, e começa a sobressair, entre as demais equipe do interior, para conquistar vaga na Série D do Brasileiro 2010 e na Copa do Brasil de 2011. Com o 5 x 2, no Emílio Gomes, o Azulão foi a 7 pontos e, dependendo do confronto direto contra a dupla Atletiba, pode até sonhar com o título estadual. Na quinta-feira, o Iraty enfrenta o Coritiba e na última rodada encara o Atlético.  O duelo entre Iraty e Cascavel contou com falhas grotescas dos goleiros e das defesas. A começar pelo gol que abriu o placar, aos 4min do 1.º tempo, marcado pela Serpente. Irineu tentou um cruzamento despretensioso na área, a bola ganhou um efeito e o goleiro Valter saiu catando borboleta e aceitou o frango. Surpreendido, o Iraty não se intimidou e foi para cima. Aos 23min, o meio-campista Marquinhos acertou um petardo e fora da área, num crute cruzado da esquerda, e empatou: 1 x 1.  No 2.º tempo, logo aos 4min, Heydson começou a desequilibrar o jogo a favor do Iraty. O jogador marcou três gols na etapa final. No primeiro lance, ele escorou cruzamento de Artur e virou o jogo para o Azulão. Aos 12min, o atacante aproveitou-se de uma saída desastrosa do goleiro Veloso, que trombou com o zagueiro Ciro, e a bola sobrou livre para ele só empurrar para fazer 3 x 1.  O Cascavel ainda tentou uma reação aos 34min, com Irineu marcando de cabeça, após cruzamento, mas dois minutos depois o Iraty consolidou a vitória, novamente aproveitando-se de uma falha da zaga do Cascavel. Artur fez 4 x 2. Aos 47min, Heydson surgiu para fazer 5 x 2 e sacramentar a vitória. A derrota manteve o Cascavel com apenas 1 ponto e a Serpente agora vai a Paranavaí, na quarta-feira, enfrentar o ACP.

Em Irati, no Emilio Gomes.
Iraty 5: Walter (Renato); Rogério (Mauro), Renê e Gilvan; Airton, Diogo, Bruno, Artur e Marquinhos; Willian Dagol (Tavares) e Heydson  Técnico: Gilberto Pereira
Cascavel 2:  Veloso; Rafael, Tininho, Ciro e Gílson; Sidiclei, Gilberto, Irineu e Kim; Vagner (Bruno) e Wellington (Calil) (Tasa) Técnico: Eloi Kruger
Árbitro: Nilo Neves de Souza; Assistentes: Luciano Roggenbaum e Alessandro Rodrigues Mori
Estádio: Emilio Gomes
Renda: R$ 10.900,00
Publico: 1.020 Pagantes
Gols: Irineu (2) pro Cascavel; Marquinhos, Heydson (3) e Artur pro Iraty











Empate complica o Fantasma e o Timãozinho.
A Série D do Brasileiro deste ano e a Copa do Brasil de 2011 ficou mais distante para Operário e Corinthians Paranaense. Neste domingo, o que as equipe menos precisavam aconteceu: no confronto direto, empataram por 1 x 1, no Germano Kruger. O resultado fez com que o Iraty abrisse uma vantagem considerável e difícil de ser tirada em quatro rodadas.  Observando só o jogo, sem levar em consideração o que ele poderia projetar para o futuro, o empate foi bom para o Operário. No 1.º tempo, o Corinthians teve um gol anulado, do qual reclamou bastante, e mandou uma bola no travessão do Fantasma. O Timãzinho também terminou a etapa pressionando o mandante e o Operário só uma chance real aos 46min, através de um chute isolado de Baiano.  Na etapa final, o cenário não foi diferente. O Corinthians tinha mais consistência tática e dominava a partida. O Operário só começou a esboçar uma reação a partir dos 24min, quando Dyego Souza entrou no time e deu mais velocidade ao Fantasma. Só que quem abriu o placar foi o Timãozinho, aos 40min. O gol, marcado por Willian, foi parecido com o que classificou o Corinthians na Copa do Brasil, no meio da semana passada, contra o Ceará. Mas nem deu tempo de o alvinegro curitibano comemorar. Aos 41min, Dyego Souza, com oportunismo, empatou. Marcelinho, que havia acabado de entrar, cruzou e ele escorou de cabeça: 1 x 1. O empate deixou o Operário com 2 pontos e o Fantasma agora se prepara para vir encarar o trio de ferro em Curitiba, a começar pelo Atlético na quarta-feira. Já o Corinthians segue sua sina de jogar sempre fora de casa e, na quarta-feira, vai encarar o Paraná Clube na Vila Capanema.

Em Ponta Grossa, no Germano Kruger.
Operário 1: Felipe (Osmar, 43min do 1.º); Lisa, João Renato, Dellazari e Gilson (Marcelinho, 38min do 2.º); Dário, Serginho Paulista, Serginho Catarinense e Ceará; Baiano (Dyego Souza, 24min do 2.º) e Clênio  Técnico: Caçapa
Corinthians Paranaense 1: Colombo; Saimon (Thiago Araújo, 32min do 2.º), Peixoto, Elton e Rafael; Rodrigo, Ronaldo, Cícero e Willian; Bruno Batata (Oliveira, 21min do 2.º) e Andrezinho  Técnico: Lio Evaristo
Árbitro: Everaldo Lambert dos Reis; Assistentes: Maurício José Braga e Renata Paula Guimarães
Estádio: Germano Kruger
Renda: R$ 49.130,00
Publico: 3.086 Pagantes, Total 3.338
Gols: Willian pro Corinthians Paranaense e Dyego Souza pro Paranavaí.


domingo, 4 de abril de 2010

Fórmula Um

 Grande Prêmio da Malásia











Vettel vence na Malásia e Massa assume a liderança do campeonatoO alemão Sebastian Vettel finalmente conseguiu vencer uma corrida nesta temporada, após ter problemas nas duas vezes em que largou na pole nas provas anteriores. No GP da Malásia, o piloto saiu em terceiro, mas passou o companheiro Mark Webber já na largada e assegurou a primeira dobradinha da Red Bull no ano. O brasileiro Felipe Massa também teve o que comemorar. Ele chegou em sétimo e, pela segunda vez em três corridas, superou o companheiro Fernando Alonso. Para melhorar, assumiu a liderança do campeonato depois que o espanhol estourou o motor, de tanto forçar a ultrapassagem em cima de Jenson Button na última volta. Massa deixou Alonso para trás logo na largada e, com a quebra do companheiro, chegou aos 39 pontos, com dois de vantagem. Após chegar em quarto no Bahrein e abandonar na Austrália, Vettel somou 37 pontos, empatou com Alonso e embolou o campeonato. O alemão deixou Button para trás, mas o inglês segue na cola, com 35 pontos, empatado com Nico Rosberg, terceiro colocado na Malásia. “Foi uma ótima corrida, pelo que aconteceu ontem, conseguimos fazer um ótimo trabalho. Conseguimos marcar alguns pontinhos, e depois de uma largada praticamente em último, foi um excelente resultado. É ótimo saber que você está em primeiro lugar no campeonato, mas ainda tem 16 corridas pela frente e nada muda no momento”, declarou à TV Globo Felipe Massa, que largou na 21ª posição. A prometida chuva em Sepang não chegou durante a corrida, e os motores dos carros da Ferrari e da McLaren falaram mais alto. Massa, Hamilton e Button conseguiram sair das últimas posições após o erro de estratégia no treino, e todos pontuaram na terceira prova do ano. A corrida não foi boa para Rubens Barrichello, que ficou na largada e acabou na 12ª colocação. O piloto da Williams perdeu a chance de igualar o número de pontos somados por Ayrton Senna. Pelo menos, todos os brasileiros completaram uma corrida, fato inédito nesta temporada. Bruno Senna e Lucas di Grassi, a corrida na Malásia foi um marco. Os dois conseguiram, finalmente, completar uma prova. Com a Virgin, Di Grassi conseguiu a 14ª posição. Já a Hispania de Senna chegou em penúltimo, atrás do carro idêntico de Karun Chandhok, mas chegou.
A corrida: Na largada com pista seca, Vettel já assumiu a ponta, saindo da terceira posição e ultrapassando Webber. Sem maiores incidentes, quem se deu mal foi Barrichello, que teve o mesmo problema que lhe atrapalhou com a Brawn GP no ano passado. O brasileiro da Williams estacionou na largada e caiu para 17º lugar.

Os Brasileiros










Massa não festeja liderança e vê dificuldades para se manter no topo
Pela primeira vez desde 2008, Felipe Massa terminou uma corrida como líder do Mundial de Pilotos. No GP da Malásia deste domingo, o feito veio após a superação de terminar em sétimo após largar em 21º, e da sorte de ver o companheiro Fernando Alonso ter problemas na última volta. Mas o brasileiro tentou não se iludir e alertou para o desempenho das concorrentes, como a Red Bull, que fez dobradinha na prova. "Satisfeito, feliz da vida, não estou. É positivo pela posição que a gente largou, mas não é positivo pelo o que aconteceu ontem”, declarou Massa em entrevista depois da prova, lembrando que a sensação de liderar agora é bem diferente de 2008, até porque ainda faltam 16 corridas. "Daquela vez quando eu liderei estava mais no final do campeonato, era um pouco melhor. Desta vez ainda está no começo, então não te dá um prazer imenso e sim o prazer de trabalhar a cada dia, já que as coisas mudam de um dia para outro na Fórmula 1. Ainda mais olhando as equipes boas e os pilotos bons que estão correndo”, avaliou. “No momento eu não posso dizer que a gente tem o carro mais rápido da pista. Tanto que a Red Bull, de três corridas, fizeram três pole positions. Então a gente tem que pensar nisso. Tentar melhorar um pouquinho o carro e tentar também conseguir chegar sempre no final marcando pontos”, completou.
Massa também lembrou da superação do acidente sofrido em 2009: “Voltar depois daquele acidente e com um carro competitivo para ser líder é ótimo”, declarou Massa depois dos seis pontos conquistados na Malásia. O piloto da Ferrari foi muito festejado pelos outros brasileiros incluindo Rubens Barrichello.








 









Após brincadeira, Rubinho diz que carro "está para lá de ser uma porcaria"Enquanto acompanhavam a cerimônia de premiação do GP da Malásia, neste domingo, os brasileiros Felipe Massa, Lucas di Grassi e Rubens Barrichello foram abordados pelos jornalistas brasileiros para falar sobre a corrida e, principalmente, sobre o fato de Massa ter assumido a liderança do Mundial de pilotos com o sétimo lugar em Sepang e de Di Grassi ter terminado sua primeira prova na categoria. Já Rubens Barrichello não tinha muito o que comemorar. O piloto teve problemas no câmbio de sua Williams na largada, quando caiu de sétimo para último, e depois não encontrou o ritmo de corrida esperado no restante do GP. Mas, apesar das dificuldades, Barrichello mostrou bom humor ao falar sobre a alegria de Massa, que volta ao topo da tabela pela primeira vez desde Magny-Cours, em 2008.  “Olha ele aí, sorrindo, com um carro competitivo... só a porcaria do nosso carro que ainda não funciona, mas vai ficar legal. Vou ali no canto chorar e já volto”, brincou o piloto da Williams, em entrevista à TV Globo. Porém, na coletiva, pouco tempo depois, Barrichello preferiu explicar a brincadeira para não ser mal interpretado pela imprensa brasileira. "O contexto era uma brincadeira com o Di Grassi. O carro não é tão bom quanto a Ferrari, mas, quando passava ele durante a prova, brinquei que ele é muito bom piloto para o carro que tem. Foi uma brincadeira. Se eu não tenho um bom carro, imagina o Di Grassi. Meu carro tem atitudes boas e coisas que precisam ser melhoradas, mas está para lá de ser uma porcaria”, explicou. Na sequência, Barrichello analisou a atual situação da Williams em relação às outras equipes que lutam para se aproximar do quarteto Red Bull, Ferrari, McLaren e Mercedes. “Diria que na classificação, com pneus novos, temos uma situação melhor. Na corrida, nosso ritmo de volta não vem sendo dos melhores. Temos algumas análises a serem feitas, a gente está perdendo um pouquinho de potência, a gente está perdendo um pouquinho no câmbio”, disse o piloto. “Então acho que na corrida a Renault e Force India acabam ficando mais fortes que a gente. Mas nas primeiras corridas nos saímos muito bem e chegamos até na frente deles. Na classificação dá para brigar, nessa situação estamos só um pouco abaixo do G4”, acrescentou Barrichello. Depois de pontuar nas duas primeiras corridas, o brasileiro não teve o desempenho que esperava do carro na Malásia. No entanto, negou que o carro tenha piorado de uma corrida para outra. “Não é que piorou, a pista não ajudou muito o estilo do carro não. Mas se de repente eu estivesse em sétimo após a primeira curva, como era de se esperar, poderia ter feito pontos. Mas, no seco, sabíamos que não dava para almejar nada muito grande. Eu esperava um ritmo melhor, que não aconteceu”, finalizou.













 











Di Grassi: "Não poderíamos ter feito melhor"Lucas di Grassi, da Virgin, finalmente conseguiu terminar sua primeira corrida na F-1. Neste domingo, no GP da Malásia, ele foi o 14º colocado e superou Lotus e Hispania, seus rivais novatos. Apesar de ter um problema no tanque de combustível, concebido com um tamanho inferior do que o necessário, o brasileiro conseguiu levar o monoposto até o final da disputa em Sepang, o que o deixou muito orgulhoso. "Ter terminado a primeira corrida nessa situação de calor, nessa pista que desgasta o carro e o piloto, sem dúvida foi um passo adiante. Acho que foi um ótimo resultado", disse. Lucas explicou como trabalhou na largada, quando conseguiu boas colocações. Segundo ele, o fato de ter de economizar combustível o impediu de brigar por mais posições no final. "Na primeira volta fui de 24º para 19º, quase bati com o Rubinho, chegou bem perto. Tive de dar uma tirada de pé. Foi meio que no susto, mesmo assim consegui passar mais gente." "Foi um começo bom de prova. Fiquei na frente da Lotus nas primeiras dez voltas, depois tive um momento com o [Heikki] Kovalainen, que quebrou meu bico e furou o pneu dele." "Depois disso foi uma corrida mais estratégica. A partir da volta 28, que foi a minha melhor volta, a última que eu realmente acelerei, tive que economizar combustível", explicou. Lucas disse que, da volta 28 em diante, apenas seguiu as ordens dos engenheiros da Virgin e procurou apenas terminar a corrida na melhor situação possível. "Nas últimas dez voltas, como tinha margem grande para o próximo carro, tive que economizar o máximo de combustível. Nosso objetivo era terminar e a gente já sabia que éramos a melhor das novatas naquele momento." "Foi uma corrida estratégica, desgastante mentalmente porque é bem difícil você guiar assim. Mas foi nosso primeiro grande passo em relação a um futuro melhor para a equipe", comemorou.










Bruno Senna perde briga interna para indiano e tenta se justificar
Bruno Senna conseguiu no GP da Malásia terminar a sua primeira prova na Fórmula 1. Chegou em penúltimo, quatro voltas depois do vencedor Sebastian Vettel. Até aí tudo bem, mas o que chamou a atenção mesmo foi o fato de Senna ter chegado tão atrás de Karun Chandhok, que também usa o carro da estreante Hispania, a ponto de tomar uma volta a mais do alemão da Red Bull antes do final da prova. Assim, no resultado oficial, o brasileiro terminou a quatro voltas do líder, enquanto seu companheiro de equipe ficou a três.  Na terceira prova do ano, é a segunda vez que Chandhok supera Senna. O indiano completou uma prova pela segunda vez seguida, e desta vez terminou em 15º, uma posição e uma volta à frente de Senna. Para o brasileiro, a vantagem do companheiro de equipe está na prática. “O Karun é experiente, está no automobilismo há bastante tempo e sabe bem o que quer. Foi meu companheiro de equipe em 2008. Ficar um ano fora do automobilismo de monopostos não te ajuda a sentar no carro e fazer a melhor performance", justificou Senna na coletiva após a prova. "Eu tinha muito mais consistência, muito mais agressividade quando saí da GP2. Um ano fora está me machucando um pouco, mas logo, logo eu volto", completou o brasileiro, que também achou uma explicação técnica para a superioridade de Chandhok. "Sempre confiei nas frenagens pra ganhar tempo nas minhas voltas, mas nesse caso estou sofrendo bastante com a instabilidade dos freios e acabo que uma técnica um pouco menos perfeita pra frenagem está dando vantagem para o Karun. Agora a gente precisa olhar como trazer o acerto do carro um pouco mais para o meu estilo de pilotagem”, explicou. Depois das justificativas, Senna comemorou de sua primeira corrida completa: "Posso dizer que ultrapassei uma Ferrari na largada [risos], mas foi uma largada muito boa. Cravei a primeira volta na frente de vários carros, mas aí é claro que em termos de performance precisamos melhorar muito pra poder começar a disputar".   Quando ao seu companheiro Chandhok, a reação não poderia ser outra: "Estou fantasticamente feliz por terminar minha segunda corrida após um início difícil no Bahrein", celebrou o indiano, primeiro a abandonar na corrida de abertura do campeonato.

Classificação de Pilotos
1º Felipe Massa 39
2º Fernando Alonso 37
3º Sebastian Vettal 37
4º Jenson Button 35
5º Nico Rosberg 35
6º Lewis Hamilton 31
7º Robert Kubica 30
8º Mark Webber 24
9º Adrian Sutil 10
10º Michael Schumacher 9
11º Vitantonio Liuzzi 8
12º Rubens Barrichelo 5
13º Jaime Alguersuari 2
14º Nico Hulkenberg 1

Classificação de Construtores
1º Ferrari 76
2º Mclaren 66
3º Red Bull 61
4º Mercedes 44
5º Renault 30
6º Force India 18
7º Williams  6
8º Toro Rosso 2
9º Sauber 0
10º Lotus 0
11º Hispania 0
12º Virgin 0


Novo Basquete Brasil 2009/2010











Londrina vence mas deixa Novo Basquete Brasil
Atuando no ginásio do Sest/Senat, o Campos do Conde/Sercomtel/Londrina venceu no novo Basquete Brasil. A equipe comandada por Ênio Vecchi bateu o Vila Nova Cetaf/Garoto/UVV pelo placar de 81 a 73 mas não tem mais chances de classificação aos playoffs do certame nacional. Com desvantagem de duas vitórias, o time londrinense precisava vencer por mais de novo pontos, ganhar do Guaraná Antartica/Vitória/Saldanha da Gama, no domingo, e torcer para o Cetaf perder para o Ciser/Araldite/Univille/Joinville, em partida que será realizada em Joinville, também no domingo. Com a vitória, o Londrina segue na 13º posição com 7 vitórias e 18 derrotas, em 25 jogos.













Campeonato Paranaense de Juniores Sub 20

2º Rodada
Grupo A
Atlético Paranaense 1x0 Corinthians Paranaense
Coritiba 3x0 Paraná
Grupo B
Iraty 2x1 S.Campo Mourão
Grêmio Maringá 1x1 Junior Team
Grupo C
Francisco Beltrão 7x2 Cascavel CR

Campeonato Paranaense 2º rodada












Paraná goleia o Paranavaí.
A semana que começa é decisiva para o Paraná Clube. O Tricolor terá duas decisões pela frente. Quarta-feira, precisará vencer ou empatar por 2 x 2 contra o Sport Recife, na Ilha do Retiro, se quiser seguir na Copa do Brasil. Domingo, terá de vencer o Atlético, caso queira embolar a classificação e seguir com chances de conquistar o título estadual. Neste domingo, o Paraná Clube ganhou uma injeção de ânimo para a maratona que vem por aí. Na Vila Capanema, debaixo de chuva, goleou o ACP por 4 x 1 e, pela primeira vez neste campeonato, deixou o estádio aplaudido pela torcida. Dois jogadores foram importantes para que o Tricolor tivesse uma atuação exemplar: o volante João Paulo e o meio-campista Pará. Além de gols, eles comandaram o setor pensante do tricolor e deixaram o técnico Marcelo Oliveira animado para a partida de quarta-feira. “Se o João Paulo e o Pará repetirem esse desempenho, vamos complicar as coisas para o Sport”, avaliou, após o jogo. A goleada começou a ser construída por João Paulo. Aos 16min do 1.º tempo, ele aproveitou cruzamento na área, feito por Diego Correa, e cabeceou para o chão. A bola escorregou do goleiro Rudi e entrou. Na sequência, aos 24min, foi a vez de Pará marcar um golaço. Ele cobrou falta no ângulo esquerdo do camisa 1 do ACP. Com o 2 x 0, a chuva apertou e levou a diretoria tricolor a liberar a arquibancada coberta para os 1.413 fiéis torcedores que foram à Vila Capanema. Livres da chuva e bem acomodados, os tricolor viram o terceiro gol do Tricolor, aos 41min. Marcelo Toscano recebeu assistência, após tabela com Pará, e fuzilou para fazer 3 x 0. No intervalo, os jogadores foram surpreendidos com aplausos. “Foi a primeira vez que a gente saiu aplaudido”, disse Marcelo Toscano. Já Pará, feliz com a atuação, dedicou o gol ao filho que sua mulher Taís está esperando.  Na etapa final, um susto para a diretoria do Paraná. Aos 5min, um torcedor paramentado com o uniforme da Fúria Independente jogou copo no gramado e foi detido pelos seguranças do Paraná. Aos 6min, um susto para o time tricolor. Danielzinho aproveitou bate-rebate na área e finalizou para fazer o gol de honra do ACP. Mas a fase de sustos acabou aos 20min, quando João Paulo, pela direita, fintou um adversário, ingressou na área e bateu forte no ângulo: 4 x 1. Após a construção da goleada, o Paraná poderia ampliar o placar se o árbitro Ronaldo Parpinelli não tivesse feito vistas grossas para dois pênaltos a favor do time mandante. Aos 30min, Mikimba puxou Davis na área. Aos 33min, Duda derrubou Toscano na área, puxando o pé de apoio do atacante.  Independentemente dos erros de arbitragem, o Paraná saiu revigorado de campo e mostrando que ainda tem bala na agulha neste estadual. Já o ACP, com 1 ponto, ainda tentará brigar por vaga na Série D de 2010 e Copa do Brasil 2011.
Em Curitiba, na Vila Capanema.
Paraná 4: Juninho; Alessandro Lopes, Luís Henrique e Diego Correa; André Luís (Edimar), Chicão, João Paulo, Everton (Elvis) e Pará; Márcio Diogo (Davis) e Marcelo Toscano  Técnico: Marcelo Oliveira
Paranavaí 1: Rudi; Alex Noronha e Robenval, William Pomarola; Daniel Marques, Mikimba, Adriano (Rilber), Duda e Rogerinho; Marcelo Peabiru (Danielzinho) e Didi (Jean Carlos Mossoró) Técnico: Itamar Bernardes
Árbitro: Ronaldo Parpinelli; Assistentes: João Marcelo de Souza e Diogo Morais
Estádio: Vila Capanema
Renda: R$ 19.330,00
Publico: 1.413 Pagantes
Gols: Danielzinho pro Paranavaí; João Paulo (2), Pará e Marcelo Toscano pro Paraná












Coritiba vence o Corinthians PR
Dois jogos, dois sufocos. Contra o Paraná Clube, apesar de ter dominado o clássico, o Coritiba conseguiu vencer apenas por 1 x 0. Neste domingo, diante do Corinthians Paranaense, o Coxa voltou a encontrar um confronto complicado, mas atingiu seu objetivo: ganhou por 2 x 1, sustentou a vantagem do supermando e, consequentemente, a liderança do octogonal. O 1.º tempo foi um pouco mais tranqüilo para o Coritiba. Sem a afobação apresentada na estreia do octogonal, o Coxa buscava o gol com inteligência e impedia o Corinthians de oferecer perigo. A tranquilidade era tanta que Bill chegou a desperdiçar um pênalti. Mas no ritmo em que estava, o gol do Coritiba parecia inevitável. E ele ocorreu aos 24min. Marcos Aurélio puxou ataque rápido e serviu Rafinha, que tocou na saída do goleiro Colombo. De sangue doce, por causa da vantagem no placar, e uma modificação equivocada do técnico Ney Franco, que tirou Andrade do meio-campo para colocar Ariel no ataque, o Coritiba fez o que não precisa: chamou o Corinthians para atacar. Convidado, o Timãozinho não se fez de rogado. Foi chegando, chegando e aos 20min empatou com Bruno Batata. Ele aproveitou um rebote de Edson Bastos para empurrar para a rede. O gol do Corinthians deu uma descarga de adrenalina no Coxa, que voltou a acordar no jogo e foi para cima. Em cinco minutos, o Coritiba já estava à frente do placar de novo. Marcos Aurélio cobrou falta na cabeça de Ariel, que subiu mais do que a zaga adversária e definiu o placar: 2 x 1. A partir dos 26min, inexplicavelmente, o árbitro Anderson Carlos Gonçalves começou a cometer vários erros contra o Coritiba e enervou os jogadores e a torcida. Ele descarregou cartões amarelos contra os alviverdes e deixou de marcar pelo menos um pênalti a favor do Coxa. Equívocos à parte, o Coritiba saiu do Couto Pereira com 8 pontos e o Corinthians Paranaense despediu-se das chances de ser campeão paranaense. Os dois clubes agora se voltam para a Copa do Brasil. Quarta-feira, o Timãozinho decide vaga contra o Ceará, em Fortaleza, e o Coxa recebe o Avaí no jogo de volta da 2.ª fase do torneio.
Em Curitiba, no Couto Pereira.
Coritiba 2: Edson Bastos; Fabinho Capixaba, Jeci, Pereira (Lucas Mendes) e Triguinho; Andrade (Ariel), Leandro Donizete, Renatinho e Rafinha; Marcos Aurélio e Bill (Tiago Real)  Técnico: Ney Franco
Corinthians Paranaense 1: Colombo; Neto, Leandro e Peixoto; Araújo (Oliveira), Ronaldo, Cícero, Willian e Renan; Cristiano (Dill) e Bruno Batata (Andrezinho)  Técnico: Lio Evaristo
Árbitro: Anderson Carlos Gonçalves; Assistentes: José Renê Stavinski e Sidmar dos Santos Meurer
Estádio: Couto Pereira
Renda: R$ 79.080,00
Publico: 5.998 Pagantes, Total 7.066
Gols: Rafinha e Ariel pro Coritiba; Bruno Batata pro Corinthians Paranaense.











Iraty vence o Operário e continua o melhor do Interior
O Iraty recuperou-se da modesta estreia no octogonal, quando apenas empatou em casa por 0 x 0 contra o Paranavaí, e venceu o Operário por 3 x 1, neste domingo, no Emílio Gomes. O resultado coloca o Azulão na 3.ª colocação, com 4 pontos, e confirma a atual condição do clube, de “melhor do interior”. A partida começou em ritmo alucinante. Com 10min, o Iraty já vencia por 2 x 0. Aos 5min, Ayrton cobrou escanteio na cabeça de Willian Dagol, que fez 1 x 0. Aos 8min, Willian Dagol entrou em velocidade na área e sofreu pênalti de Lisa. Ceará cobrou e fez 2 x 0. O Operário, que antes de tomar os gols pressionava o Azulão, recuperou-se emocionalmente a partir dos 20min e volotu a apertar o Iraty. O técnico Caçapa apostou na entrada de Cassiano para puxar contragolpes e aos 42min a substituição deu resultado. O jogador fez a assistência para Serginho Catarinense entrar na área e marcar o gol do Fantasma.  No 2.º tempo, o Iraty, que já havia perdido Ceará e Rogério lesionados, voltou com determinação para resolver o jogo logo no início da etapa. E foi o que aconteceu. A 1min, Juninho fez 3 x 1. Willian Dagol bateu cruzado, o goleiro Felipe deu rebote e ele aproveitou para empurrar para a rede. O Operário saiu de campo reclamando do fato de não ter podido escalar o meio-campista Ceará. O jogador recebeu o 3.º cartão amarelo no jogo interrompido contra o Cascavel e, por precaução, não atuou em Irati. Ceará também não vai atuar na quarta-feira, quando serão jogados os 59 minutos restantes do duelo contra o Cascavel e deve ser poupado ainda diante do Corinthians Paranaense, no próximo final de semana. "Por causa de um regulamento confuso perdemos um jogador importante que podia ter feito a diferença aqui em irati", disse o técnico Caçapa.
Em Irati, no Emilio Gomes.
Iraty 3: Valter; Rogério (Diogo), René e Gilvan; Ayrton, Sílvio, Bruno, Ceará (Juninho) e Marquinhos; Willian Dagol e Eydson (Artur)  Técnico: Gilberto Pereira
Operário 1: Felipe; Lisa, Leonardo, Rodrigo De Lazzari e Gílson (Cassiano); Dario, Serginho Paulista, Serginho Catarinense e Marcelinho (Rafael Leandro); Clênio (João Renato) e Baiano Técnico: Caçapa
Árbitro: Selmo Pedro dos Anjos Neto; Assistentes: Júlio César de Souza e Alexandre Cavalcanti de Souza
Estádio: Emilio Gomes
Renda: R$ 26.230,00
Publico: 1.973 Pagantes
Gols: Serginho Catarinense pro Operário; Wllian Dagol, Ceará e Juninho pro Iraty











Atlético não tem dó e goleia o Cascavel
O técnico Eloi Kruger desenhou o seguinte esquema tático para enfrentar o Atlético, neste sábado. O time entraria no 3-6-1, com a missão de, com um volume maior de jogadores no meio-campo, impedir que Netinho e Paulo Baier pudessem ter pouco acesso à bola. Além disso, o plano era impedir as avançadas dos laterais. Em tese, o jogo ficaria truncado e a Serpente poderia tentar um bote fatal num contragolpe e vencer o jogo. Mas o futebol é o que é pelo imponderável. A estratégia cascavelense ruiu com um minuto de jogo, por causa de uma falha individual. O zagueiro Rodrigo perdeu-se ao ser acuado por Bruno Mineiro e recuou a bola na fogueira. O goleiro Veloso tentou espanar, mas a bola sobrou para o argentino Javier Toledo tocar no canto esquerdo da trave. Com o gol doado ao Atlético, o Cascavel perdeu a consistência tática e viu o time mandante construir uma goleada sem dó. Com o resultado, o Rubro-negro volta a pressionar o Coritiba, que joga neste domingo, no complemento da rodada. Se o rival não conseguir vencer o Corinthians Paranaense, o Atlético quebra o serviço alviverde e assume a liderança do octogonal. Para o técnico Leandro Niehues, dificilmente a dupla Atletiba conseguirá manter 100% de aproveitamento até o fim. “Uma hora alguém vai perder pontos. Espero que não seja a gente primeiro, pois assim poderemos planejar nossos passos seguintes no campeonato”, disse. Já o Cascavel, que quarta-feira volta a campo para terminar o jogo contra o Operário, vai precisar pelo menos sustentar o empate por 1 x 1 em ponta Grossa para não despencar para a lanterna da competição. O técnico Eloi Kruger confia que o time vai se recuperar da traulitada deste sábado. Só não garantiu se Rodrigo volta a atuar na Serpente até o fim do campeonato.
Em Curitiba, na Arena da Baixada.
Atlético Paranaense 5: Neto; Manoel, Rhodolfo e Chico; Raul (Gerônimo, 29min do 2.º), Valencia (Alan Bahia, 20min do 2.º'), Netinho, Paulo Baier e Márcio Azevedo (Tartá, 20min do 2.º); Bruno Mineiro e Javier Toledo Técnico: Leandro Niehues
Cascavel 0: Veloso; Rafael, Tininho, Rodrigo (Ciro, no intervalo) e Gílson; Sidiclei, Kim, Uéverson (Glberto, 15min do 2.º) e Irineu ; Rincón e Mineiro (Wellington 45') Técnico: Eloi Kruger
Árbitro: Marcos Daniel de Camargo; Assistentes: Ricardo Vilar Neves e César da Silva Nogueira
Estádio: Arena da Baixada
Renda: R$ 133.100,00
Publico: 11.365 Pagantes, Total 11.565
Gols: Javier Toledo, Bruno Mineiro (2), Raul e Rhodolfo pro Atlético Paranaense